segunda-feira, 31 de agosto de 2009
André & Sofia
No Sábado passado fui ao casamento de uma amiga minha, que andou comigo no Colégio da Cerdeira. Nem toda a gente sabe, mas eu andei num colégio católico interno durante cinco anos. É verdade… Dos 9 aos 14 anos. Durante este anos fui bombardeada com valores religiosos, ensinaram-nos boas maneiras e métodos de estudo. Mas estes anos serviam, sobretudo, para criar grandes amizades que duram, ainda, até hoje.
No casamento, éramos sete, a contar com a noiva, as que andámos no colégio. Na altura, éramos todas amigas e vivemos grandes peripécias, ficamos muitas vezes de castigo, infringíamos muitas vezes as leis do colégio, riamos e chorávamos. Os anos passam e algumas delas já algum tempo, 6/7 anos talvez, que não as via e foi surpreendente chegar ao casamento e parecer que o tempo parou… Sim! Inacreditavelmente, depois de tanto tempo, a confiança entre nós parecia a mesma… Falámos, brincámos, contámos segredos… Tudo exactamente como há uns bons anos atrás. Afinal foram cinco anos, 24 h sobre 24 h a convivermos umas com as outras. Os valores religiosos de algumas ficaram pelo caminho, tal como os métodos de estudo de outras, mas o que interessa é que a amizade ficou e dura até hoje.
O casamento tinha pouca gente, mas foi bastante agradável. Foi muito gratificante estar com todas elas, fiquei encantada com a humildade das pessoas que conheci, arranjei um pseudo-namorado :p, fiz novos amigos e sobretudo diverti-me muito, muito mesmo.
Aproveito para dar votos de felicidade ao André e à Sofia.
domingo, 30 de agosto de 2009
Exagerada
Já varias pessoas me vieram perguntar o que se passa comigo, por causa do post em que digo que tive um acidente de trabalho… Ok… exagerei, confesso!!!
O que se passa é que me queimei na perna esquerda, mesmo debaixo do joelho. Ainda é uma queimadura grande, mas nada de assim tão grave. É claro que não estou contente por provavelmente ir ficar com uma grande marca, afinal sou rapariga e, como é mais que compreensível, vai-me custar ficar com a perna “estragada”. Portanto, não se preocupem.. continuo com os dedos todos, não estou com a cara desfigurada, ainda tenho o cabelinho todo...está tudo bem!!!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Bela merdinha.
Devia colocar baixa no trabalho. Mas como trabalho para aquilo que é meu, segundo dizem os meus pais, não tenho esse direito. Tive um acidente de trabalho há poucos dias. Um acidente que provavelmente me vai deixar marca para o resto da vida. Uma marca horrível.
Ainda hoje o enfermeiro reforçou essa ideia, e mostra-se sempre muito chateado porque não procurei a sua ajuda antes. Mas sou da opinião que quando se vai para as filas dos centros de saúde, saímos curados mas perdemos anos de vida de tanto esperar. Neste caso, já perdi umas horas de vida e ainda vou ficar com sequelas. Bahhhh.
O menos mal é que segundo a minha mãe” temos que poupar durante este ano para poder fazer uma plástica”.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Saudade que me abraça fortemente. Nunca foi tão difícil ignorar a indiferença. Hoje, pelo menos hoje, preciso de algum valor, só algum.
Não quero deixar morrer o pouco que ainda resta.
Por favor…
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
ON
Muse- New born
Coldplay- Death And All His Friends
The killers- A Dustland Fairytale
Arctic Monkeys- Flourescent Adolescent
Red Hot Chili Peppers- Otherside
Audioslave- Be yourself
3 Doors Down- Kryptonite
Pearl Jam- Betterman
Kaiser Chiefs- Oh My God
Kings of Leon- Sex on Fire
Radiohead- Creep
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Pela primeira vez, desde que estou no Soito neste Verão, não saí à noite. É uma daquelas noites em que preciso de descansar, pensar. Uma daquelas noites em que a minha mãe chegou, passou as mãos pelo meu cabelo, coçou-me as costas e eu… eu não me consegui conter, tive que chorar.
Ainda bem que estava ali a minha mãe.
Crusoé
Dormir, esquecer-me de ti pelo menos até amanhã. Fugir sem rumo da ilha em que deixaste. Serás tu o náufrago de longas barbas quantos anos de solidão e pele de pescador estragada pelo Sol, tu frágil e nu e o tempo tão cruel, sem cabana ou casa na árvore que não se desmorone nas noites de tempestade, todas as noites. Serás tu o náufrago que o mundo se esqueceu de salvar e gravar no mural dos Antónios e Josés explodidos em combate, serás tu, mesmo que eu me sinta mais perdida que nunca.segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
OUT
Dias horríveis… Muito calor, trabalho que dói, noites que não acabam...
Entre amigos, família, amores, desamores e afazeres tenho passado o meu tempo. Inspiração para o blogue não há, tal como não há vontade para estar em frente ao computador…
Melhores dias virão, prometo!!!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
E assim foi...
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Energia das ondas
A "Ostra" (do inglês Oyster) dispõe de um dispositivo colocado perto da costa que captura a energia das ondas e que está ligado por uma conduta a geradores hidroeléctricos convencionais em terra, que convertem a elevada pressão da água em energia eléctrica.
Uma equipa liderada por Ronan Doherty, Técnico Principal daAquamarine Power, empresa sediada em Edimburgo, desenvolveu uma tecnologia inovadora para produzir energia eléctrica a partir da energia das ondas em zonas costeiras. O mecanismo será testado no Outono de 2009 na costa atlântica das Ilhas Orkney, na Escócia, para avaliar se pode converter-se numa fonte de energia viável para ser comercializada.
O carácter revolucionário desta nova tecnologia deriva do facto de, ao contrário de muitos outros mecanismo de aproveitamento da energia das ondas, usar apenas energia hidráulica para transferir a energia das ondas para terra, onde será convertida em energia eléctrica. O “Ostra”, é composto por um oscilador que dispõe de pistões e quando activado pela acção das ondas, bombeia água a elevada pressão através de uma conduta para terra, onde geradores hidroeléctricos convencionais a convertem em energia eléctrica.
Segundo Doherty, “O campo da geração de electricidade a partir da energia das ondas é, só por si, revolucionário” .“Mas a tecnologia do “Ostra” é altamente inovadora porque baseia-se na simplicidade. O seu componente em mar alto – um flap com o mínimo de componentes móveis submersas – é a chave do sucesso para operar em mares vulneráveis ao mau tempo, em que a manutenção pode ser difícil. Não existe nenhum gerador , componentes electrónicas ou caixa de mudanças submersas que possam dar problemas. Todo o complexo equipamento de geração permanece facilmente acessível em terra”, acrescentou Doherty.
Por outro lado, os riscos ambientais do equipamento são minimizados uma vez que usa apenas água como fluído hidráulico em vez de petróleo e não implica a utilização substâncias tóxicas. De acordo com o Carbon Trust, cada mecanismo “Ostra” pode evitar a emissão de 500 toneladas de carbono anualmente.
O “Ostra” foi desenhado para ser instado em zonas com 12-16m de profundidade e na Europa os candidatos ideais são Espanha, Portugal, a Irlanda e o Reino Unido, embora haja outras áreas com grande potencial a nível mundial como a costa Noroeste dos Estados Unidos e as costas da África do Sul, Austrália e Chile.
Fonte: Science Daily
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
As leis...

Acabei de assistir a um surpreendente fenómeno da natureza.
Estava sentada na esplanada, debaixo de um mega pinheiro, quando de repente caiu um passarinho pequenino aos meus pés. Coitadinho, ainda não sabia voar… suponho que tenha caído do ninho. Ouço um canto de desespero… Com certeza que era a mãe, saiu do pinheiro e voava e piava que nem uma louca. Peguei no passarinho e pu-lo mais à vista, na esperança que a mãe o visse. E viu. Quando o encontrou, pousou ao pé dele e quando tudo parecia estar a correr bem aparece um gato. Sim, um gato. É fácil de imaginar o que aconteceu. No entanto, a mãe do passarinho ainda tentou fazer alguma coisa pelo seu filhote e começou novamente a piar desesperadamente até que apareceram mais uns 12 pássaros para a tentar socorrer. Andavam todos doidos a voar de um lado para o outro sem saberem o que fazer. Mas já nada podia ser feito. É a lei da natureza!


