Estou nos arredores de Mértola, a tratar de alguma da água que por aqui passa.
Depois dos primeiros três dias de trabalho, o saldo é positivo, mas o receio permanece. Ainda há tanto para aprender e sinto-me tão pequenina perante tudo o que tenho de fazer.
Vivo numa casinha pequenina típica alentejana, trabalho num sítio acolhedor, uma antiga escola primária, e tenho vizinhos que são uma simpatia.
Estou a descobrir todo este Alentejo esquecido e a tentar apaixonar-me por este meio que me envolve. Admito que ainda pouco disto me fascina, mas acredito que esse sentimento vai mudar mais depressa do que julgo.



